{"provider_url": "https://www.pariqueraacu.sp.leg.br", "title": "Hist\u00f3ria", "html": "<h2 align=\"center\">HIST\u00d3RIA DO MUNIC\u00cdPIO</h2>\r\n<p align=\"center\">\u00a0</p>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Em meados do s\u00e9culo XVIII, havia duas maneiras para se viajar de Iguape para Xiririca (Eldorado), nenhuma das quais muito confort\u00e1veis: subir a Ribeira de Iguape (que ainda n\u00e3o era apelidada de Rio), em fr\u00e1geis canoas ou batel\u00f5es impelidos a vara, ou atravessar, a p\u00e9 ou em lombo de burro, as \u00ednvias picadas do sert\u00e3o.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">A viagem durava dias. E por isso, havia as pousadas, os pontos de pouso onde os viajantes passavam as noites intermedi\u00e1rias, dormindo mal e descansando pouco. O primeiro desses pontos de parada sequer tinha nome. Situava-se \u00e0s margens dos rios Pariquera-A\u00e7u e Turvo, em apraz\u00edvel plan\u00edcie, e era conhecida apenas como \"Pousada\".</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Na plan\u00edcie, destacavam-se entre outras \u00e1rvores, pela abund\u00e2ncia e pela graciosidade do porte as \"Guaricanas\", palmeiras nativas de grande beleza. E ent\u00e3o, quando as primeiras casas surgiram junto \u00e0 pousada, a aldeiazinha ganhou o nome de Guaricana. Muitos anos se passaram sem trazer maiores modifica\u00e7\u00f5es \u00e0 tranq\u00fcilidade de Guaricana, que continuava a oferecer pousada aos viajantes que transitavam entre Xiririca (Eldorado) e Iguape.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Quase um s\u00e9culo depois, por volta de 1860, a Presid\u00eancia da Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo, atendendo a um projeto de melhoria agr\u00edcola do territ\u00f3rio, decidiu criar v\u00e1rios n\u00facleos coloniais, doando terras \u00e0queles que se mostrassem dispostos a cultiv\u00e1-las. Entre esses n\u00facleos, um, destinado a radicar exclusivamente os imigrantes europeus que come\u00e7avam a chegar ao Brasil, foi locado exatamente nas proximidades de Guaricana, recebendo o nome de Col\u00f4nia de Pariquera-A\u00e7u ( ou Ass\u00fa, na grafia da \u00e9poca), tirada do rio que a banhava.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Passaram-se mais trinta anos antes que o plano passasse do papel para a realidade. Os imigrantes continuavam a desembarcar no Brasil, conduzidos por uma estrela guia: a esperan\u00e7a de vir a possuir um peda\u00e7o de terra boa e f\u00e9rtil, de onde arrancar o sustento de suas fam\u00edlias e a promessa de um futuro melhor. Mas foi s\u00f3 em 1895 que poloneses, italianos, h\u00fangaros, su\u00ed\u00e7os, e alem\u00e3es come\u00e7aram a apontar na nova col\u00f4nia e a desenvolver ali suas pequenas e ordenadas lavouras. Os t\u00edtulos de propriedade demoraram ainda mais: os primeiros s\u00f3 foram distribu\u00eddos em 1909, catorze anos depois da chegada dos primeiros colonos.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Apesar das dificuldades de acesso e de escoamento da produ\u00e7\u00e3o, onde se destacava o arroz, o pequeno n\u00facleo colonial desenvolveu-se com facilidade, sem jamais perder suas caracter\u00edsticas de comunidade agr\u00edcola por excel\u00eancia. Da\u00ed prov\u00e9m a diferen\u00e7a fundamental entre Pariquera-A\u00e7u e os demais munic\u00edpios do Vale do Ribeira: a cidade quase n\u00e3o tem problemas fundi\u00e1rios ou terras improdutivas.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">O desenvolvimento da col\u00f4nia levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o, pelo decreto n\u00ba 6.959, de 11 de fevereiro de 1935 do Distrito de Paz de Pariquera-A\u00e7u, subordinado ao Munic\u00edpio de Jacupiranga. Mais tarde, a 30 de dezembro de 1953 a Lei n\u00ba 2.956, acrescendo ao territ\u00f3rio do distrito \u00e1reas desmembradas de Iguape, Registro e Jacupiranga, criou o Munic\u00edpio de Pariquera-A\u00e7u, que contava ent\u00e3o com 356 Km\u00b2.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Atualmente o Munic\u00edpio de Pariquera-A\u00e7u possui uma extens\u00e3o territorial de 359,414 Km\u00b2, fazendo divisa com Canan\u00e9ia, Registro, Iguape e Jacupiranga. Pariquera-A\u00e7u tem uma altitude m\u00e9dia de 26 metros acima do n\u00edvel do mar \u00e9 atravessada pelos rios Pariquera-A\u00e7u, Pariquera Mirim Jacupiranga e outros cursos de \u00e1gua de menor import\u00e2ncia. A popula\u00e7\u00e3o oficial segundo dados do censo do IBGE, do ano de 2010, apresentou um total de 18.446 habitantes.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Distante 230 Km de S\u00e3o Paulo, tem 6 Km da rodovia federal R\u00e9gis Bittencourt (BR-116) dentro de seus limites, sendo esta estrada sua principal via de acesso \u00e0s metr\u00f3poles paulistana e curitibana. Conta tamb\u00e9m com as estradas estaduais SP-226 para Canan\u00e9ia e a SP-222 para Iguape, e v\u00e1rias municipais.</h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \"></h3>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">At\u00e9 sua eleva\u00e7\u00e3o a Munic\u00edpio, Pariquera-A\u00e7u pertencia ainda como Jacupiranga \u00e0 comarca de Canan\u00e9ia. Posteriormente, com a extin\u00e7\u00e3o desta e a cria\u00e7\u00e3o da comarca de Jacupiranga, passou a integrar esta \u00faltima, juntamente com Canan\u00e9ia e o munic\u00edpio-sede. Criado pela Lei n\u00ba 2456 em 30 de dezembro de 1953, e instalado em janeiro de 1954, s\u00f3 a primeiro de janeiro de 1955 o Munic\u00edpio viu empossado seu primeiro prefeito: Ivo Zanella, que lhe dirigiu os destinos at\u00e9 1958. E o primeiro Presidente da C\u00e2mara Municipal: C\u00edcero Zanella (1955/1956).</h3>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Origem do nome Pariquera-A\u00e7u</h3>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<h3 style=\"text-align: justify; \">Pariquera, em tupi guarani, significa em nosso idioma, segundo Teodoro Sampaio, \"cercado velho\". Outros tupin\u00f3logos traduzem Pariquera-A\u00e7u por \"cercado de peixe grande\". Deve-se originar-se de Pary.</h3>\r\n<h3><b><br /></b></h3>\r\n<h3><b>Presidentes da C\u00e2mara Municipal de Pariquera-A\u00e7u</b></h3>\r\n<p><b><br /></b></p>\r\n<h3><b><span>\u00a0 \u00a0Presidente</span></b><b>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<span>ano</span></b></h3>\r\n<h3>C\u00cdCERO ZANELLA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1955/1956</h3>\r\n<h3>AB\u00cdLIO PR\u00c9VIDE\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1957/1958</h3>\r\n<h3>GENTIL DE RAMOS \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01959/1960 e 1961/1962</h3>\r\n<h3>IVO ZANELLA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0janeiro a mar\u00e7o/1963</h3>\r\n<h3>ALCIDES TOGNETTI\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 mar\u00e7o a dezembro/1963</h3>\r\n<h3>IVO ZANELLA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 janeiro a junho/ 1964</h3>\r\n<h3>RUI BATISTA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 julho a setembro/1964</h3>\r\n<h3>IVO ZANELLA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 outubro a dezembro/1964</h3>\r\n<h3>RUI BATISTA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 1965/1966</h3>\r\n<h3>AUGUSTO SILVA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01967</h3>\r\n<h3>FRANCISCO ELOY DINIZ \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 janeiro a outubro/1968</h3>\r\n<h3>ANT\u00d4NIO DE LIMA NETO \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0outubro a novembro/1968</h3>\r\n<h3>FRANCISCO ELOY DINIZ \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 novembro a dezembro/1968 \u2013 janeiro a junho/1969</h3>\r\n<h3>AUGUSTO SILVA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 junho a dezembro/1969</h3>\r\n<h3>MARIA EVARISTA SIMONETTI \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01970/1971</h3>\r\n<h3>AUGUSTO SILVA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01972</h3>\r\n<h3>VERA FORNARI JULIANO \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 janeiro a abril/1973</h3>\r\n<h3>OSVALDO CAMPOS VIEIRA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0abril a dezembro/1973 e 1974</h3>\r\n<h3>RUI BATISTA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01975/1976</h3>\r\n<h3>IVO ZANELLA J\u00daNIOR \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01977/1978</h3>\r\n<h3>RUI BATISTA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01979/1980</h3>\r\n<h3>JOS\u00c9 ALBERTO MAZZA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 1981/1982</h3>\r\n<h3>ZILDO WACH \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01983/1984</h3>\r\n<h3>IVO ZANELLA J\u00daNIOR\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1985/1986</h3>\r\n<h3>ZILDO WACH \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01987/1988</h3>\r\n<h3>FRANCISCO ANGELO ALVARENGA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 janeiro a fevereiro/1989</h3>\r\n<h3>ZILDO WACH\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 fevereiro a dezembro/1989 \u2013 janeiro a agosto/1990</h3>\r\n<h3>RUI BATISTA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 agosto a dezembro/1990</h3>\r\n<h3>ZILDO WACH \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 1991/1992</h3>\r\n<h3>AMAURY DE CAMARGO GUATURA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01993/1994</h3>\r\n<h3>GILBERTO JOS\u00c9 SALETTI MELCHER \u00a0 \u00a0 \u00a01995/1996</h3>\r\n<h3>APARECIDO LEONEL IANO \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 1997/1998</h3>\r\n<h3>LUCIANO ZANELLA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01999/2000</h3>\r\n<h3>CL\u00d3VIS DOS SANTOS \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02001/2002</h3>\r\n<h3>JOS\u00c9 ROG\u00c9RIO L\u00c1ZARO \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02003/2004</h3>\r\n<h3>APARECIDO LEONEL IANO \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 2005/2006</h3>\r\n<h3>LUIZ ALBERTO DA SILVA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02007/2008</h3>\r\n<h3>J\u00daLIO C\u00c9SAR HADDAD \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 2009/2010</h3>\r\n<h3>F\u00c1BIO CARRAVIERI DE ALMEIDA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02011/2012</h3>\r\n<h3>SEBASTI\u00c3O ASSUN\u00c7\u00c3O \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 2013/2014</h3>\r\n<h3>WAGNER BENTO DA COSTA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02015/2016</h3>\r\n<h3>PAULO ROBERTO MENDES\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 2017/2018</h3>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p>Fontes:</p>\r\n<ul>\r\n<li>CF Comunica\u00e7\u00f5es Ltda. e Colunas do Vale Ltda.</li>\r\n<li><a href=\"http://www.pariqueraacu.sp.gov.br/\">www.pariqueraacu.sp.gov.br</a> (p\u00e1gina oficial da Prefeitura Municipal de Pariquera-A\u00e7u)</li>\r\n<li><a href=\"http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=353620\">http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=353620</a> (p\u00e1gina do IBGE)</li>\r\n</ul>", "author_name": "Interlegis", "version": "1.0", "author_url": "https://www.pariqueraacu.sp.leg.br/author/Interlegis", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal de Pariquera-A\u00e7u", "type": "rich"}